terça-feira, 25 de dezembro de 2012

É Natal !!!!

Queremos celebrar com você e todos os internautas este Natal, enviando milhares de newsletters e E-mails para dizer às pessoas em todos os recantos do mundo: "Não tenham medo! Eu lhes anuncio uma grande alegria: hoje, na cidade de Davi nasceu para vocês o Salvador!" "Enredadas" nas Redes Sociais queremos fazer chegar com diferentes recursos - links, clips, imagens, players -, o canto dos anjos: "Glória a Deus no alto do céu, e paz na terra às pessoas por Ele amadas". Com a incontável equipe de Leitura Orante na web como os pastores, queremos convidar a todos os que navegam na net: "Vamos a Belém ver este acontecimento que o Senhor nos revelou". Vamos cuidar de um amplo banco de dados, onde, pelo Acesso Rápido, pode se chegar ao coração de Maria que "guarda tudo" e tudo "medita". Com um grande banner luminoso, como a estrela de Belém, vamos passar por caminhos e ambientes, os mais diversos, para indicar a quem quiser ver e sentir, a presença de Deus feito pobre, feito criança, irmão de todos nós! Neste Natal, com todos os bites, pixels, também como internautas de Deus, queremos promover a inclusão digital de todos para atender ao apelo de Jesus Cristo: "Vinde a mim todos!" Nas telinhas, na webTV , na web rádio, nas lanhouses, nos livros digitais, nos tablets e mobiles , queremos fazer transbordar a coerência e a transparência de vida pautada nos valores evangélicos, na fé, na paz, e no amor no coração de cada pessoa, imagem do Deus que vem a nós! Este é o Natal que lhe desejamos! Equipe da Internet/ www.paulinas.org.br

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

PREPARAÇÃO PARA CONFISSÃO

Reflexão à luz da palavra Sacramento da reconciliação: Exame de consciência, Arrependimento, Bom propósito, Confissão dos pecados, Penitência. Faça uma reflexão sobre a sua condição de pecador e sobre a misericórdia do senhor. Jesus diz: “Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores” (MT9,13) “Haverá mais alegria no Céu por um só pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não precisam se arrepender” (LC 15,7) “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, ser-lhe-ão perdoados. A quem os retiverdes, ser-lhe-ão retidos” (Jo 20,22) Oração para antes da Confissão: Senhor, iluminai-me para me ver a mim próprio tal como vós me vedes, e dai-me a graça de me arrepender verdadeiramente dos meus pecados. O Virgem Santíssima, ajudai-me a fazer uma boa confissão. Com se Confessar: Antes de mais, examine bem a sua consciência. Em seguida, diga ao sacerdote que pecados específicos cometeu e com a maior exatidão possível, quantas vezes os cometeu desde a sua última confissão. Só é obrigado a confessar os pecados mortais visto que pode obter o perdão dos seus pecados veniais através de sacrifícios e atos de caridade. Se estiver em dúvida sobre se um pecado é mortal ou venial, mencione ao confessor a sua duvida. Recorde-se, também, que a confissão dos pecados veniais ajuda muito a evitar o pecado e a avançar na direção do céu. OBS: É recomendado que ao fazer a preparação anote todos os pecados que lembrar assim não esquecerá quando for confessar. Mandamentos da lei de Deus 1º Amar a DEUS sobre todas as coisas • Fiz minhas orações diárias? • Fiz Leitura bíblica? • Tenho confiança em Deus? • Desesperei-me alguma vez na hora do sofrimento? • Frequentei macumba, sarava umbanda, mesa-branca/preta, rosa cruz, seichonoi-ê, maçonaria, candomblé, sortista? • Recebi passes? • Li horóscopos (acreditei neles?) • Fui Supersticioso? • Usei amuletos? • Frequentei sessões espíritas? • Usei de bruxarias? • Tive medo de satanás? • Comunguei com pecados graves? • Li, assinei ou emprestei livros ou quaisquer escritos contrários a DEUS ou à Santa Religião? • Irocei de Deus, de Nossa Senhora, dos Santos, da igreja, dos Sacramentos ou de quaisquer coisas santas? • Fui culpado de grande irreverência na igreja, como por exemplo, em conversas, comportamento ou modo como estava vestido? • Detestei a Deus? • Tenho orado suficiente? • Reclamei muito? • Murmurei? • Fiz opção pelos pobres? • Fui egoísta? • Fui racista? • Interessei-me pela justiça social? • Tive mágoa? • Tive ódio? • Tive raiva? 2º Não tomar seu santo nome em vão • Falo o nome de Deus a toa? • Amaldiçoei-me a mim próprio ou a outra pessoa? • Roguei praga? • Jurei falso? • Cumpri promessa? • Blasfemei? 3º Guardar domingos e dias santos de guarda • Faltei à Missa aos domingos e dias Santos de guarda? • Cheguei atrasado à Missa? • Fiz com que outras pessoas faltassem à Missa nos Domingos e dias Santos de guarda, ou saíssem mais cedo, ou chegassem atrasados? • Estive distraído propositadamente durante à Missa? • Trabalho nestes dias por ambição ou interesses pessoais? • Respeitei o dia do Senhor (domingo)? • E a casa de DEUS? 4º Honrar pai e mãe • Faltei com amor a meus pais e meus filhos? • Dei mau exemplo? • Fui impaciente em casa? • Sou obediente e respeitador com os meus pais? • Fui bruto e estúpido? • Agredi com palavras, gestos ou atos? • Abandonei a minha família? • Vejo nos meus pais e nos meus superiores representantes de DEUS? 5º Não matar • Atentei contra a vida do próximo? • Contra a minha própria vida? • Dirigi embriagado ou abusei no volante sem respeitar as regras de transito? • Pratiquei aborto? • Colaborei ou aconselhei para que alguém praticasse aborto? • Recuso-me a falar com alguém, ou ressentimento de alguém? • Consenti em pensamentos de suicídio, desejei suicidar-me ou tentar suicidar-me? 6º e 9º Não pecar contra a castidade e não desejar a mulher do próximo • Guardei os meus sentimentos e todo o meu corpo na pureza e na castidade, como templo que sou do Espírito Santo? • Pratiquei o controle de natalidade (com pílulas, dispositivos, interrupção)? • Neguei ao meu cônjuge os seus direitos matrimoniais? • Desejei mulher (homem) do próximo? • Toquei ou abracei outra pessoa de forma impura? • Deixei de controlar a minha imaginação? • Consenti em desejos impuros para com alguém, ou desejei conscientemente ver ou fazer alguma coisa impura? • Entreguei-me a prazeres sexuais, completos ou incompletos? • Gabei-me dos meus pecados ou deletei-me em recordar pecados antigos não confessados? • Vi filmes imorais ou pornográficos? • Levei alguém a pecar? • Falei palavrão? • Contei piadas sujas? • Trai o meu namorado(a)? • Tive desejos consentidos? • Olhei maliciosamente? • Pratiquei masturbação? • Cometi adultério? • Pratiquei homossexualismo? • Tive relações pré-matrimoniais? • Usei modas escandalosas? 7º e 10º Não furtar e não cobiçar as coisas alheias • Furtei coisa pequena ou grande? • Devolvi o roubado? • Desviei dinheiro público? • Cobicei coisas alheias? • Comprei objetos sabendo que eram furtados? • Pago aos meus empregados salários justos? • Causei prejuízo a alguém? • Sou honesto em meu trabalho? • Sou muito apegado a riqueza? • Invejei os bens de alguém? 8º Não levantar falso testemunho • Menti? • Fofoquei? • Caluniei? • Denunciei com ódio? • Falei mal do outro? • Denunciei a injustiça antes de anunciar o amor? • Violei segredos ou cartas alheias? • Revelei os pecados de outra pessoa? Mandamentos da igreja • 1º Ouvi missas inteiras aos domingos e dias Santos de guarda? • 2º Confessei ao menos uma vez ao ano? • 3º Comunguei ao menos pela páscoa e da ressurreição? • 4º Jejuei e me abstive de carne como manda a Santa Igreja? • 5º Paguei meu dízimo conforme o costume? Os sete pecados capitais e as virtudes opostas 1. Soberba......................................................... Humildade 2. Avareza........................................................ Liberalidade 3. Luxúria............................................................ Castidade 4. Ira...................................................................Paciência 5. Gula............................................................ Temperança 6. Inveja................................................................Caridade 7. Preguiça......................................................... Diligência Saiba: PECADO ESQUECIDO na confissão fica perdoado se eu fiz bem o exame de consciência. PECADO ESCONDIDO na confissão não fica perdoado e eu não posso comungar e tenho que fazer outra confissão. Está errado por comida limpa em prato sujo. Está errado receber Jesus num coração sujo de pecado grave. Primeiro a gente lava o prato e depois Poe a comida. Primeiro eu tenho que lavar a minha a minha alma com uma confissão bem feita e depois ir receber a Jesus na Hóstia. Após a preparação Peça perdão a DEUS e mostre arrependimento por ter errado, e fala o propósito de lutar contra o mal e as tentações, e de se corrigir. Reze Pai Nosso, Ave Maria, Glória e o Ato de Contrição: “Meus Deus, eu me arrependo de todo coração de vos ter ofendido porque sois tão bom e amável. Prometo com vossa graça nunca mais pecar. Meu JESUS Misericórdia” Terminada a confissão Volte-se ao senhor para agradecer e fazer a penitencia determinada pelo Sacerdote; se possível, diante do Santíssimo Sacramento. Prometa de novo ser bom cristão amando e ajudando a aqueles que precisam. À noite antes do repouso noturno faça um exame de consciência e pergunte-se sobre suas ações realizadas durante o dia, o que mais teria agradado a DEUS? E o que teria desgostado? Implore pela intercessão da Virgem Maria. Pela o auxilio e a graça do Espírito Santo para permanecer em estado de graça.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

MAIS UM NATAL

Mais um Natal que chega e vem carregado de inquieta esperança, fazendo novamente ecoar nos corações uma grande revelação: "Eu vim para que todas as pessoas tenham vida e vida em abundância" . Mais um Natal que chega, convidando-nos a abrir o coração para contemplar novamente o mistério de vida que renasce, para transformar este mundo tão carente e sofrido. Mais um Natal nos convida para abrirmos o coração, num grande gesto de solidariedade. Que ele chegue a todas as praças, vilas, lugares distantes e às periferias das nossas cidades, para ser de verdade, e não só agora, um Natal que aconteça todos os dias. Mais um Natal que chega, neste fim de milênio, de um planeta globalizado, para fazer ecoar no meio dos embates da luta o grito de milhões de vozes num só poema, a prece da esperança que não se cansa. Que esse grito de resistência, de luta, de coragem, de milhões de irmãs e irmãos sofredores, ecoe em uníssono a prece que anuncia: "Vem Senhor Jesus!" Vem Senhor Jesus! Vem mais uma vez fazer história conosco, para abrirmos o coração e unir as forças. Vem, Senhor Jesus, para que juntos, crianças, jovens, anciãos, homens e mulheres, nos demos as mãos entoando a canção da solidariedade. Vem, Senhor Jesus! Ajuda-nos a saber que sempre temos ao nosso lado um próximo que nos espera. Acorda as nossas energias, redobra as nossas certezas, para que este novo tempo de graça se irradie, convidando a todos para um renovado Feliz Natal! Celina Helena Weschenfelder

sábado, 8 de dezembro de 2012

CONFISSÃO E OS 10 MANDAMENTOS DA IGREJA !!!

A confissão é o sacramento que apaga nossos pecados e dá ânimo a alma e graça para lutar contra o pecado. Jesus, diferente do que muitos pensam, escolheu e escolhe homens para através deles agir no mundo. Outrora os apóstolos, hoje os sacerdotes que, em linha ininterrupta, são ordenados e ungidos pelos sucessores dos apóstolos. Jesus, como diz a palavra, escolheu “os que Ele quis”, independente de como o vemos, às vezes como “homens normais”, são o que Ele quis e nos toca e nos perdoa por meio desses homens — os padres católicos. A Igreja nos pede que ao menos uma vez por ano procuremos a confissão, mas sabemos que isso é o mínimo, pois precisamos sempre desse sacramento instituído pelo próprio Jesus. Disse-lhes Jesus outra vez: ‘A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou eu também vos envio a vós.’ Depois destas palavras, soprou sobre eles o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos. (Jo 20, 21-23) Para ser curado é preciso achar as feridas para depois mostrar ao médico, portanto, examinemos nossas atitudes e apresentemos a Deus, com o coração arrependido, diante do sacerdote, para sermos absolvidos e curados. exame de Consciência 1° Mandamento: Amar a Deus sobre todas as coisas Creio firmemente em Deus e na doutrina de sua Igreja? Li e propaguei escritos falando mal de Deus e da Igreja? Dei ouvido a conversas falando mal de Deus e da Igreja? Assisti sessão espírita, frequentei cartomante, macumba ou culto protestante? Tenho confiança em Deus? Tenho esperança de me salvar sem mudar de vida, não largando o pecado? Deixei de rezar por muito tempo? Rezei mal 2° Mandamento: Não tomar seu santo nome em vão Tratei com descuido as coisas de Deus? Falei contra Deus? Jurei falso? Deixei de cumprir uma promessa? Falei o nome de Deus em piadas? Roguei praga? 3° Mandamento: Guardar domingos e festas Deixei de assistir Missa aos domingos tendo a possibilidade de ir? Fui vestido de forma indecente para a Igreja 4° Mandamento: Honrar pai e mãe Desrespeitei ou desobedeci meus pais ou meus superiores? Desejei mal a eles? Não cuidei deles? Dei mau exemplo aos filhos? 5° Mandamento: Não matar Matei alguém / Abortei? Tive ódio do próximo? Procurei vingança? Tive caridade com os necessitados? Prejudiquei minha saúde? Atentei contra a própria vida ou a vida do próximo? Maltratei os animais sem necessidade? 6° e 9° Mandamentos: Não pecar contra a castidade / Não cobiçar a mulher do próximo Consenti, dei prosseguimento a pensamentos impuros? Olhei maliciosamente coisas indecentes ou pessoas? Tive conversas imorais? Cantei / li, olhei músicas / livros ou revistas imorais? Pratiquei atos imorais comigo mesmo (masturbação), ou com outros ou ainda com animais? Me vesti de forma indecente? Desejei maliciosamente pessoas? Cometi atos sexuais fora do matrimônio (adultério ou fornicação)? (Se casado) Usei o sexo de forma não natural? Usei métodos não naturais para evitar filhos? 8° Mandamento: Não levantar falso testemunho Disse mentiras? Violei segredos? Inventei coisas sobre as pessoas? Julguei a intenção das pessoas? Falei mal dos outros? Dei ouvido a fofocas? 7° e 10° Mandamentos: Não furtar / Não desejar as coisas dos outros Tive vontade de roubar algo? Roubei algo? Aceitei objetos roubados? Não devolvi algo emprestado? Deixei de pagar quem devia? Dei prejuízo enganando os outros? Desperdicei dinheiro exageradamente em jogos?

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Jesus agradece ao Pai Leitura Orante Lc 10,21-24 Naquele momento, pelo poder do Espírito Santo, Jesus ficou muito alegre e disse: - Ó Pai, Senhor do céu e da terra, eu te agradeço porque tens mostrado às pessoas sem instrução aquilo que escondeste dos sábios e dos instruídos. Sim, ó Pai, tu tiveste prazer em fazer isso. - O meu Pai me deu todas as coisas. Ninguém sabe quem é o Filho, a não ser o Pai; e ninguém sabe quem é o Pai, a não ser o Filho e também aqueles a quem o Filho quiser mostrar quem o Pai é. Então Jesus virou-se para os discípulos e disse só para eles: - Felizes são as pessoas que podem ver o que vocês estão vendo! Eu afirmo a vocês que muitos profetas e reis gostariam de ter visto o que vocês estão vendo, mas não puderam; e gostariam de ter ouvido o que vocês estão ouvindo, mas não ouviram. Leitura Orante ? Iniciamos com uma saudação alegre a todos os internautas: - Graça e Paz! - A todos nós que nos encontramos neste ambiente virtual, paz de Deus, nosso Pai, a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo, no amor e na comunhão do Espírito Santo. - Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo! Preparo-me para a Leitura, rezando: Jesus Mestre, que dissestes: "Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu aí estarei no meio deles", ficai conosco, aqui reunidos, pela grande rede da internet, para melhor meditar e comungar com a vossa Palavra. Sois o Mestre e a Verdade: iluminai-nos, para que melhor compreendamos as Sagradas Escrituras. Sois o Guia e o Caminho: fazei-nos dóceis ao vosso seguimento. Sois a Vida: transformai nosso coração em terra boa, onde a Palavra de Deus produza frutos abundantes de santidade e missão. (Bv. Alberione) 1. Leitura (Verdade) O que diz o texto do dia? Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Lc 10,21-24, e observo pessoas, palavras, relações, lugares. Este é um momento de especial alegria. Pelo "poder do Espírito Santo", o Mestre fica "muito alegre" porque os discípulos voltaram da missão que lhes confiara e contam as maravilhas que Deus realizou através deles. Jesus agradece ao Pai , Senhor do Céu e da terra. Os sábios a quem se refere são os chefes dos judeus. Os sem instrução são os discípulos, os que têm necessidade de aprender. Diz ainda: "Felizes são as pessoas que podem ver o que vocês estão vendo". Os discípulos são felizes, testemunhas privilegiadas dessa revelação do Mestre. 2. Meditação (Caminho) O que o texto diz para mim, hoje? Como Jesus, pelo poder do Espírito, tenho algo a agradecer ao Pai. O que o texto me diz no momento? Os bispos, na Conferência de Aparecida, disseram os motivos da nossa alegria: "Conhecer a Jesus Cristo pela fé é nossa alegria; segui-lo é uma graça, e transmitir este tesouro aos demais é uma tarefa que o Senhor, ao nos chamar e nos eleger, nos confiou. Com os olhos iluminados pela luz de Jesus Cristo ressuscitado podemos e queremos contemplar o mundo, a história, os nossos povos da América Latina e do Caribe e cada um de seus habitantes." (DAp, 18). 3.Oração (Vida) O que o texto me leva a dizer a Deus? Faço minha oração pessoal e depois, ofereço o meu trabalho do dia: Oferecimento do trabalho Jesus Mestre, eu vos ofereço o meu trabalho com as mesmas intenções com que pregastes o Evangelho. Seja tudo, só e sempre, para a glória de Deus e a paz dos homens Jesus Verdade, que todas as pessoas vos conheçam! Jesus Caminho, que as pessoas sigam vossas pegadas! Jesus Vida, que todos vivam em vós! Jesus Mestre, inspirai-me com a vossa sabedoria para que eu possa transmitir palavras de salvação. Que meus pensamentos se inspirem no Evangelho, e se tornem fontes de vossa luz a iluminar as pessoas, nossos irmãos. São Paulo, guiai-me! Maria, Mãe e Rainha dos Apóstolos, que destes ao mundo o Verbo encarnado abençoai esta minha missão. Amém. (Bv. Alberione) 4.Contemplação (Vida e Missão) Qual meu novo olhar a partir da Palavra? Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Vou viver meu diz com o coração agradecido ao Pai e na alegria de poder testemunhá-lo. Bênção - Deus nos abençoe e nos guarde. Amém. - Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém. - Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém. - Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Advento - Tempo de preparação para o Nascimento do nosso Salvador

Começa com as vésperas do domingo mais próximo ao 30 de novembro e termina antes das vésperas do Natal. Os domingos deste tempo se chamam 1º, 2º, 3º, e 4º do Advento. Os dias 16 a 24 de dezembro (Novena de Natal) tendem a preparar mais especificamente as festas do Natal. O tempo do Advento tem uma duração de quatro semanas. Este ano, começa no domingo 01 de dezembro, e se prolonga até a tarde do dia 24 de dezembro, em que começa propriamente o Tempo de Natal. Podemos distinguir dois períodos. No primeiro deles, que se estende desde o primeiro domingo do Advento até o dia 16 de dezembro, aparece com maior relevo o aspecto escatológico e nos é orientado à espera da vinda gloriosa de Cristo. As leituras da Missa convidam a viver a esperança na vinda do Senhor em todos os seus aspectos: sua vinda ao fim dos tempos, sua vinda agora, cada dia, e sua vinda há dois mil anos. No segundo período, que abarca desde 17 até 24 de dezembro, inclusive, se orienta mais diretamente à preparação do Natal. Somos convidados a viver com mais alegria, porque estamos próximos do cumprimento do que Deus prometera. Os evangelhos destes dias nos preparam diretamente para o nascimento de Jesus. Com a intenção de fazer sensível esta dupla preparação de espera, a liturgia suprime durante o Advento uma série de elementos festivos. Desta forma, na Missa já não rezamos o Glória. Se reduz a música com instrumentos, os enfeites festivos, as vestes são de cor roxa, o decorado da Igreja é mais sóbrio, etc. Todas estas coisas são uma maneira de expressar tangivelmente que, enquanto dura nosso peregrinar, nos falta alo para que nosso gozo seja completo. E quem espera, é porque lhe falta algo. Quando o Senhor se fizer presente no meio do seu povo, haverá chegado a Igreja à sua festa completa, significada pela Solenidade do Natal. Temos quatro semanas nas quais de domingo a domingo vamos nos preparando para a vinda do Senhor. A primeira das semanas do Advento está centralizada na vinda do Senhor ao final dos tempos. A liturgia nos convida a estar em vela, mantendo uma especial atitude de conversão. A segunda semana nos convida, por meio do Batista a “preparar os caminhos do Senhor”; isso é, a manter uma atitude de permanente conversão. Jesus segue chamando-nos, pois a conversão é um caminho que se percorre durante toda a vida. A terceira semana preanuncia já a alegria messiânica, pois já está cada vez mais próximo o dia da vinda do Senhor. Finalmente, a quarta semana nos fala do advento do Filho de Deus ao mundo. Maria é figura central, e sua espera é modelo e estímulo da nossa espera. Quanto às leituras das Missas dominicais, as primeiras leituras são tomadas de Isaías e dos demais profetas que anunciam a Reconciliação de Deus e, a vinda do Messías. Nos três primeiros domingos se recolhem as grandes esperanças de Israel e no quarto, as promessas mais diretas do nascimento de Deus. Os salmos responsoriais cantam a salvação de Deus que vem; são orações pedindo sua vinda e sua graça. As segundas leituras são textos de São Paulo ou das demais cartas apostólicas, que exortam a viver em espera da vinda do Senhor. A cor dos parâmentos do altar e as vestes do sacerdote é o roxo, igual à da Quaresma, que simboliza austeridade e penitencia. São quatro os temas que se apresentam durante o Advento: II Domingo A conversão, nota predominante da predica de João Batista. Durante a segunda semana, a liturgia nos convida a refletir com a exortação do profeta João Batista: “Preparem o caminho, Jesus chega”. Qual poderia ser a melhor maneira de preparar esse caminho que busca a reconciliação com Deus? Na semana anterior nos reconciliamos com as pessoas que nos rodeiam; como seguinte passo, a Igreja nos convida a acudir ao Sacramento da Reconciliação (Confissão) que nos devolve a amizade com Deus que havíamos perdido pelo pecado. Acenderemos a segunda vela roxa da Coroa do Advento, como sinal do processo de conversão que estamos vivendo. Durante esta semana poderíamos buscar nas diferentes igrejas mais próximas, os horários de confissões disponíveis, para quando cheguar o Natal, estejamos bem preparados interiormente, unindo-nos a Jesus e aos irmãos na Eucaristia. III Domingo O testemunho, que Maria, a Mãe do Senhor, vive, servindo e ajudando ao próximo. Na sexta-feira anterior a esse Domingo é a Festa da Virgem de Guadalupe, e precisamente a liturgia do Advento nos convida a recordar a figura de Maria, que se prepara para ser a Mãe de Jesus e que além disso está disposta a ajudar e a servir a todos os que necessitam. O evangelho nos relata a visita da Virgem à sua prima Isabel e nos convida a repetir como ela: “quem sou eu para que a mãe do meu Senhor venha a visitar-me? Sabemos que Maria está sempre acompanhando os seus filhos na Igreja, pelo que nos dispomos a viver esta terceira semana do Advento, meditando sobre o papel que a Virgem Maria desempenhou. Propomos que fomentar a devoção à Maria, rezando o Terço em família. Acendemos como sinal de esperança gozosa a terceira vela, de cor rosa, da Coroa do Advento. IV Domingo O anúncio do nascimento de Jesus feito a José e a Maria. As leituras bíblicas e a prédica, dirigem seu olhar à disposição da Virgem Maria, diante do anúncio do nascimento do Filho dela e nos convidam a “aprender de Maria e aceitar a Cristo que é a Luz do Mundo”. Como já está tão próximo o Natal, nos reconciliamos com Deus e com nossos irmãos; agora nos resta somente esperar a grande festa. Como família devemos viver a harmonia, a fraternidade e a alegria que esta próxima celebração representa. Todos os preparativos para a festa deverão viver-se neste ambiente, com o firme propósito de aceitar a Jesus nos corações, as famílias e as comunidades. Acenderemos a quarta vela da Coroa do Advento, de cor roxa. Fonte: Acidigital

domingo, 25 de novembro de 2012

Jesus diante de Pilatos

Jo 18,33b-37 Pilatos tornou a entrar no palácio, chamou Jesus e perguntou: - Você é o rei dos judeus? Jesus respondeu: - Esta pergunta é do senhor mesmo ou foram outras pessoas que lhe disseram isso a meu respeito? - Por acaso eu sou judeu? - disse Pilatos. - A sua própria gente e os chefes dos sacerdotes é que o entregaram a mim. O que foi que você fez? Jesus respondeu: - O meu Reino não é deste mundo! Se o meu Reino fosse deste mundo, os meus seguidores lutariam para não deixar que eu fosse entregue aos líderes judeus. Mas o fato é que o meu Reino não é deste mundo! - Então você é rei? - perguntou Pilatos. - É o senhor que está dizendo que eu sou rei! - respondeu Jesus. - Foi para falar da verdade que eu nasci e vim ao mundo. Quem está do lado da verdade ouve a minha voz. www.paulinas.org.br

sábado, 24 de novembro de 2012

Deus é o Deus dos vivos Leitura Orante

Lc 20,27-40 Alguns saduceus, os quais afirmam que ninguém ressuscita, chegaram perto de Jesus e disseram: - Mestre, Moisés escreveu para nós a seguinte lei: "Se um homem morrer e deixar a esposa sem filhos, o irmão dele deve casar com a viúva, para terem filhos, que serão considerados filhos do irmão que morreu." Acontece que havia sete irmãos. O mais velho casou e morreu sem deixar filhos. Então o segundo casou com a viúva, e depois, o terceiro. E assim a mesma coisa aconteceu com os sete irmãos, isto é, todos morreram sem deixar filhos. Depois a mulher também morreu. Portanto, no dia da ressurreição, de qual dos sete a mulher vai ser esposa? Pois todos eles casaram com ela! Jesus respondeu: - Nesta vida os homens e as mulheres casam. Mas as pessoas que merecem alcançar a ressurreição e a vida futura não vão casar lá, pois serão como os anjos e não poderão morrer. Serão filhos de Deus porque ressuscitaram. E Moisés mostra claramente que os mortos serão ressuscitados. Quando fala do espinheiro que estava em fogo, ele escreve que o Senhor é "o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó." Isso mostra que Deus é Deus dos vivos e não dos mortos, pois para ele todos estão vivos. Aí alguns mestres da Lei disseram: - Boa resposta, Mestre! E não tinham coragem de lhe fazer mais perguntas. Leitura Orante Graça e Paz a todos os que se reúnem aqui, na web, em torno da Palavra. Juntos, rezamos ou cantamos o Salmo 94: (Se, em grupo, pode ser rezado em dois coros ou um solista e os demais repetem) - Venham, ó nações, ao Senhor cantar (bis) - Ao Deus do universo, venham festejar (bis) - Seu amor por nós, firme para sempre (bis) - Sua fidelidade dura eternamente (bis) - Toda a terra aclame, cante ao Senhor (bis) - Sirva com alegria, venha com fervor (bis) - Nossas mãos orantes para o céu subindo (bis) - Cheguem como oferenda ao som deste hino (bis) - Glória ao Pai, ao Filho e ao Santo Espírito (bis) - Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito (bis) 1. Leitura (Verdade) O que diz o texto do dia? Leio atentamente o texto na Biblia: Lc 20,27-40 e observo pessoas, palavras, relações, lugares. Os saduceus foram a Jesus porque queriam entender a questão da ressurreição. Jesus inicia fazendo uma correção. A ressurreição verdadeira consiste em passar a uma nova categoria, a de filhos de Deus. O matrimônio, após a morte, não permite gerar filhos. Tampouco se casa após a morte. Após a morte, "os que vivem, vivem para o Senhor", como diz São Paulo aos Romanos (Rm 14,8). 2. Meditação (Caminho) O que o texto diz para mim, hoje? Meu Deus é o Deus dos vivos como propõe Jesus? Ou, fico ainda com conceitos e idéias de um Deus dos mortos? Em Aparecida, disseram os bispos: "Jesus Cristo é a plenitude que eleva a condição humana à condição divina para sua glória: "Eu vim para dar vida aos homens e para que a tenham em abundância" (Jo 10,10). Sua amizade não nos exige que renunciemos a nossos desejos de plenitude vital, porque Ele ama nossa felicidade também nesta terra. Diz o Senhor que Ele criou tudo "para que o desfrutemos" (1 Tm 6,17)." (DAp 355). 3.Oração (Vida) O que o texto me leva a dizer a Deus? Rezo, renovando minha fé na ressurreição: Creio Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, Seu único Filho, Nosso Senhor, Que foi concebido pelo Espírito Santo. Nasceu da Virgem Maria, Padeceu sob Pôncio Pilatos, Foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos, Ressuscitou ao terceiro dia, Subiu aos céus, Onde está sentado à direita de Deus Pai E donde há de vir julgar os vivos e os mortos, Creio no Espírito Santo, Na santa Igreja católica, Na comunhão dos santos, Na remissão dos pecados, Na ressurreição da carne, Na vida eterna. Amém. 4.Contemplação (Vida e Missão) Qual meu novo olhar a partir da Palavra? Meu novo olhar é de renovada fé. Sinto que minha fé é pequena, por isso, passarei o dia repetindo a oração de uma pessoa do Evangelho:"Creio,Senhor, mas aumenta a minha fé!" (Mc 9,24). Bênção - Deus nos abençoe e nos guarde. Amém. - Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém. - Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém. - Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Eucaristia, encontro de amor e fidelidade

Recordo-me como se fosse ontem. Tinha apenas sete anos quando, convidada por minha vizinha, fui pela primeira vez à missa. Confesso que ali algo aconteceu em minha vida. Imaginem uma criança que não sabia ler direito, não sabia qual era o significado daquela celebração, mas tinha no coração a certeza de que Alguém muito importante estava ali e ela deveria se encontrar com Ele sempre. Gostaria que estes minutos de leitura nos ajudassem a contemplar este mistério de amor que nos foi deixado aqui na terra, enquanto caminhamos como peregrinos rumo à pátria celeste. Mistério que não se desvenda ou se explica, mas se contempla, ama e acolhe. Quem nos ajuda neste itinerário é o beato João Paulo II, na sua carta apostólica Mane Nobiscum Domine. No segundo capítulo, intitulado: “Eucaristia, mistério de Luz” nos apresenta a passagem dos discípulos de Emaús. “De fato, a narração da aparição de Jesus ressuscitado aos dois discípulos de Emaús ajuda-nos a por em destaque um primeiro aspecto do mistério eucarístico, que deve estar sempre presente na devoção do povo de Deus: a Eucaristia, mistério de luz! Na Transfiguração e Ressurreição do Senhor, vimos claramente a sua glória. Porém, na Eucaristia, a sua glória está velada. O sacramento eucarístico é o “mysterium fidei” por excelência e, todavia, precisamente através desse sacramento, da sua total ocultação, Cristo torna-se mistério de luz, mediante o qual o fiel é introduzido nas profundezas da vida divina.” Estamos, portanto, diante de uma graça extraordinária e uma oportunidade única de poder nos aproximar do Sagrado Mistério. É maravilhoso e edificante ver aquelas pessoas simples e fervorosas na fé que, para participarem da Santa Missa, empreendem uma verdadeira viagem. Vão a pé, a cavalo, de carroça, de ônibus, pau de arara. Algum tempo atrás, contam nossos avós, tínhamos a nossa chamada roupa de missa. Era usada nessa ocasião especial. Toda a família se encaminhava na direção do Senhor da história e único que pode dar sentido à vida. Essas coisas boas não poderiam ser esquecidas, mas atualizadas. João Paulo II ressalta ainda o valor do Domingo, como o Dia do Senhor Ressuscitado e dia especial da Igreja. Dia de participar ativamente da Sagrada Eucaristia, pois ela é o coração do Domingo. Seria muito reduzido comparar a Eucaristia com o combustível, mas o exemplo nos ajudará. Sabemos todos, principalmente quem é motorista, que quanto mais usamos um carro mais ele precisa estar em dia com a manutençao e o combustível. Na nossa vida espiritual é a mesma coisa, ou melhor, com mais exigências. Sabemos que temos tantas coisas para fazer durante a semana: trabalho, estudo, reuniões, relacionamento familiar, lutas contra o pecado do egoísmo, do consumismo, e mesmo momentos de lazer e tranquilidade. Tudo isso requer que estejamos inteiros e façamos tudo como cristãos que somos, e não simplesmente máquinas, pessoas sem coração, sem alma, sem sentido. E Deus tem um banquete preparado para mim e para você toda a semana. Uma recarga grandiosa que vem diretamento do céu e não se esgota jamais. A Eucaristia é o combustível divino para o nosso desgate físico, psicológico e espiritual. Somos saciados com a mais “fina flor do trigo e o mel do rochedo” (Salmos 81,17). Um cristão sem a Eucaristia é um carro que não funciona, não sai do lugar. Todas essas dimensões da Eucaristia se encontram num aspecto que, mais do que qualquer outro, põe à prova a nossa fé: é o mistério da presença “real”. Com toda a tradição da Igreja, acreditamos que, sob as espécies eucarísticas, está realmente presente Jesus. Uma presença – como eficazmente explicou o Papa Paulo VI – que se diz “real”, não por exclusão, como se as outras formas de presença não fossem reais, mas por antonomásia, enquanto, por ela, se torna substancialmente presente Cristo completo na realidade do seu corpo e do seu sangue. Por isso, a fé pede-nos para estarmos diante da Eucaristia com a consciência de que estamos na presença do próprio Cristo. É precisamente a sua presença que dá às outras dimensões – de banquete, memorial da Páscoa, antecipação escatológica – um significado que ultrapassa, e muito, o de puro simbolismo. A Eucaristia é mistério de presença, mediante o qual se realiza de modo excelso a promessa que Jesus fez de ficar conosco até ao fim do mundo: “Eu estou convosco todos os dias” (Mt 28,20). Esta abertura ao transcendente é que nos induz a um “obrigado” perene. Por Cristiane Monteiro, membro da Comunidade Canção Nova

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A REVOLUÇÃO DIGITAL

A revolução digital influencia de alguma forma nossa fé? Essa é a pergunta que o padre italiano Antonio Spadaro busca responder no livro Ciberteologia, publicado no Brasil pela Editora Paulinas. A ideia de traduzir o livro para o português – na primeira edição fora da Itália – surgiu a partir da participação de Spadaro no Seminário Nacional de Jovens Comunicadores, promovido pelas Comissões para a Juventude e para a Comunicação da CNBB em maio de 2012, em Brasília. A obra pode ser adquiria em todas as livrarias católicas, ou pela internet neste link. Programas de busca, smartphone, aplicativos, rede social: as recentes tecnologias digitais penetraram com impacto nossa vida diária. Entretanto, não como apenas instrumentos externos a serem usados para simplificar a comunicação e a relação com o mundo: elas, na verdade, desenharam um espaço antropológico novo que está mudando o nosso modo de pensar, de conhecer a realidade e de manter relações humanas. Será que não se deveria começar a refletir sobre como o Cristianismo deva ser pensado e falado neste novo cenário humano? Talvez seja hora de se considerar a possibilidade de uma "ciberteologia" entendida como uma inteligência da fé (intellectus fidei) nos tempo da rede. Não se trata, porém, de simplesmente procurar na rede novos instrumentos para a evangelização ou fazer uma reflexão sociológica a respeito da religiosidade na internet. Ao contrário - e aqui está a novidade pioneira deste livro -, trata-se de encontrar os pontos de contato e de interação produtiva entre a rede e o pensamento cristão. A lógica da rede, com suas poderosas metáforas, proporciona ocasiões inéditas para nossa capacidade de falar de comunhão, dom, transcendência. E, por sua vez, o pensamento teológico pode ajudar o homem na rede a encontrar novos caminhos em sua trajetória para Deus. É um território ainda inexplorado que o autor aborda com um indiscutível background teológico e grande competência técnica, principalmente com o espírito de confiança na capacidade do Cristianismo e da Igreja de estarem presentes onde o homem desenvolve sua capacidade de conhecimento e relacionamento. A rede é um contexto em que a fé é chamada a se exprimir não por causa de uma mera "vontade de presença", mas uma conaturalidade do Cristianismo com a vida do ser humano. O desafio, portanto, não está em como "usar" bem a rede, mas como "viver" bem nos tempos da rede. Com informações da Editora Paulinas

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Eles gastam muito

Com um apetite consumista maior que o da média da população, o jovem brasileiro sabe onde quer gastar e ainda influencia as compras da família São adolescentes, mas pode chamá-los de maquininhas de consumo. Um estudo realizado com garotas e rapazes de nove países mostra que no Brasil sete em cada dez jovens afirmam gostar de fazer compras. Desse grupo de brasileiros, quatro foram ainda mais longe – disseram ter grande interesse pelo assunto. O resultado da pesquisa, que tomou como base um trabalho da Organização das Nações Unidas (ONU) chamado Is the Future Yours? (O Futuro É Seu?), foi significativo: os brasileiros ficaram em primeiríssimo lugar no ranking desse quesito, deixando para trás franceses, japoneses, argentinos, australianos, italianos, indianos, americanos e mexicanos. Ou seja, vai gostar de consumir assim lá no shopping center. E não precisa nem mandar, porque a turma vai mesmo. Outra pesquisa, feita pelo Instituto Ipsos-Marplan, constatou que 37% dos jovens fazem compras em shoppings, contra 33% dos adultos. Nem sempre os mais novos adquirem produtos mais caros, mas, proporcionalmente, têm maior afinidade com as vitrines. A lista de vantagens dos adolescentes sobre outros públicos é de tirar o fôlego: eles vão mais vezes ao cinema, viajam com maior freqüência, compram mais tênis, gostam mais de roupas de grife – mais caras que as similares sem marca famosa –, consomem mais produtos diet, têm mais computadores, assistem a mais DVDs e vídeos e, só para terminar, são mais vorazes na hora de abocanhar balas, chicletes e lanches. Não é à toa que a falência antes do fim do mês é maior entre os jovens: invariavelmente atinge quase a metade deles, que estoura a mesada ou o salário.
O poder dos adolescentes sobre o mercado vai mais longe ainda, mesmo que eles não dêem a mínima para abstrações como "mercado". Costumam, por exemplo, aparecer com mais assiduidade no balcão. Pessoas com menos de 25 anos trocam de aparelho celular uma vez por ano (as mais velhas, a cada dois anos). Em relação às bicicletas, só para citar mais um exemplo, a situação é semelhante. Os adolescentes não são os maiores compradores do setor, mas aposentam uma bike a cada quatro anos. Os mais velhos só mudam de selim de sete em sete anos. Diante de tantas evidências, não causa surpresa que o gasto médio das famílias brasileiras seja maior nas casas em que moram adolescentes de 13 a 17 anos. Nesses domínios, a lista dos cinco produtos mais consumidos traz, em primeiro lugar, o leite longa vida. Depois vêm os refrigerantes. Nos lares com jovens entre 18 e 24 anos, a hierarquia é surpreendente. O refrigerante lidera o ranking, seguido por leite, óleo vegetal, cerveja e café torrado – o que explica o fato de a Coca-Cola ter no Brasil seu terceiro maior mercado em todo o mundo.
O poder de consumo dos jovens é um filão que anima vários setores da economia. Há em curso uma corrida para conquistar o coração dessa rapaziada (e o bolso dos pais). As grandes marcas desenvolvem estratégias milionárias para tornar esse público fiel desde já. A maior parte do que se produz no mercado publicitário, que movimenta 13 bilhões de reais por ano, tem como alvo a parcela de 28 milhões de brasileiros com idade entre 15 e 22 anos. É esse grupo que fornece boa parte do ideário da propaganda, enchendo os anúncios com mensagens de liberdade e desprendimento. Mostra-se extraordinária também a influência que essa molecada exerce sobre as compras da família. Oito em cada dez aparelhos de som só saem das lojas a partir do aval da ala jovem do lar. A fabricante de eletrodomésticos Arno não faz nada sem pensar nos mais novos, pois, na comum ausência das mamães trabalhadoras, é a garotada quem usa espremedores de fruta, tostadores de pão, sanduicheiras e liquidificadores. "Hoje, vendemos tanto para os filhos como para as donas-de-casa", conta Mauro de Almeida, gerente de comunicação da Arno, que mantém duas escolinhas de gourmet para cativar consumidores desde a pré-adolescência. Essa influência é exercida já em tenra idade. Nos dias de hoje, um indivíduo é considerado consumidor aos 6 anos. Nesse momento as crianças começam a ser ouvidas na hora de tirar um produto das prateleiras do supermercado. Para cada dez crianças de até 13 anos, sete pedem itens específicos às mães. O poder jovem também se nota na hora de esvaziar o carrinho no caixa. Um quarto do que é registrado foi pedido pela garotada. "Nós educamos as crianças e os jovens para que tenham autonomia, opinião, poder de decisão. Pois é, eles aprenderam e decidem o que comprar por nós", ironiza Rita Almeida, especialista em tendências e hábitos de consumo de adolescentes da agência de propaganda AlmapBBDO. Reportagem: REVISTA VEJA - Edição Especial (Julho de 2003)

sábado, 10 de novembro de 2012

JOVENS X MERCADO DE TRABALHO

Apesar de o mercado de trabalho brasileiro ter apresentado um desempenho francamente positivo em 2005, do ponto de vista tanto da criação de postos de trabalho, como do aumento da remuneração, o contexto geral ainda se configura mais adverso do que há dez anos. Esse resultado tem a ver com o baixo crescimento econômico do país ao longo desse período, mas também com as mudanças estruturais que vêm ocorrendo na esfera produtiva em escala supra-nacional. Os jovens são os mais diretamente atingidos: apresentam uma evolução mais adversa da taxa de desemprego que os demais trabalhadores, o que se relaciona com suas características intrínsecas, como inexperiência, mas também com o fato de receberem o impacto integral dos ajustes do mercado de trabalho. Alguns pontos discutidos ao longo deste texto que podem ser destacados: a) A universalização do acesso à escola, na faixa etária de escolaridade obrigatória, está longe de atender às necessidades de qualificação requeridas pelo mercado de trabalho, seja devido à baixa qualidade do ensino fundamental, seja devido ao forte atraso escolar médio, que faz com que uma elevada proporção de jovens deixe a escola sem completar o ensino fundamental. A permanência na escola e o nível de escolarização vêm aumentando, mas a idade de 18 anos constitui claramente uma fronteira: a partir daí a proporção de jovens que estudam torna-se inferior à dos que trabalham, assim como ocorre um forte aumento da proporção de jovens que nem estudam nem trabalham - 21,3% - reforçando a característica dos 18 anos como idade de mudança, no que concerne à inserção no mercado de trabalho. b) Os jovens de 18 a 25 anos têm acompanhado as tendências verificadas para os trabalhadores em geral, mas de forma mais acentuada. De 1996 a 2005, sua taxa de atividade aumentou de 71% para 76%, portanto mais fortemente que a da população de 26 anos e mais (67% para 70%). A taxa de atividade crescente e mais elevada entre os jovens reflete o fato de que, cada vez mais, a inserção produtiva é vista como parte da vida adulta por todos, independentemente de sexo e condição econômico-social. Na esteira do aumento da taxa de atividade num contexto geralmente adverso, a taxa de desocupação dos jovens subiu dramaticamente (de 11% para 17%). De fato, a urbanização e o papel declinante de ocupações não-remuneradas, ligadas a atividades no âmbito familiar e na agropecuária, acabam por tornar parcelas crescentes do desemprego disfarçado em desemprego aberto. c) As dificuldades de inserção de jovens no mercado de trabalho têm a ver, em parte, com características intrínsecas dos jovens, tais como a falta de experiência, a tendência à experimentação, a predominância do seu status de não-chefe no grupo familiar. No entanto, a baixa escolaridade de uma proporção significativa dos jovens de 18 a 25 anos certamente contribui para a sua desvantagem relativa no mercado de trabalho: 30% deles não têm o curso fundamental completo, sendo que a maioria deles (25%) já não frequenta a escola. Esse fato é alarmante, já que se sabe que o mercado de trabalho brasileiro se especializa, não absorvendo trabalhadores com menos de 8 anos de escolaridade e caminhando para tornar o ensino médio - isto é, 11 anos de estudo - o nível de escolaridade mínimo exigido. d) Os jovens pouco qualificados têm, naturalmente, maiores dificuldades de inserção no mercado, o que se reflete em menor taxa de atividade - 27% são inativos -, e em ocupações de pior qualidade - maior proporção desses jovens se dedica a atividades de subsistência e de baixa ou nenhuma remuneração. Sua taxa de desemprego é menor do que a taxa de desemprego dos jovens em geral, porque, como ocorre na população em geral, os jovens menos escolarizados têm menor condição de seletividade.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O Dia Nacional do Livro

Hoje comemoramos também o Dia Nacional do Livro. A Bíblia é o livro mais lido no Brasil, ela é composta por 73 livros. Vc costuma ler a Bíblia?? Qual é o livro que vc mais gosta???

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

A Igreja perante as drogas Nilo Momm Igreja somos todos nós, comunidade unida pelo batismo. A Igreja sempre esteve atenta ao problema das drogas. Pe. Haroldo trouxe há 35 anos a primeira comunidade terapêutica para o Brasil. Pe. Mario Picchi instalou a primeira na Itália há 45 anos. Em 1984, a Santa Sé, promoveu encontro mundial de comunidades terapêuticas católicas. Dizia João Paulo II, naquela ocasião: “Hoje o flagelo da droga torna-se perverso em formas cruéis e dimensões impressionantes, superiores a muitas previsões”[1]. “A droga é um mal, ao mal não se dá trégua. A legalização, mesmo que parcial, mesmo sendo uma interpretação da índole da lei, não surtiu os efeitos que eram previstos. Prevenção, repressão, reabilitação: estes são os pontos centrais de um programa que, concebido e levado a efeito à luz da dignidade do homem, embasado na honesta relação entre os povos, terá o reconhecimento e o apoio da Igreja”[2]. Em 1991, João Paulo II, voltaria ao assunto durante a Conferência Internacional do Pontifício Conselho para a Pastoral da Saúde. Toxicodependência e alcoolismo frustram a pessoa justamente na sua própria capacidade de comunhão e doação. Este foi o título de seu pronunciamento[3]. Exortou os presentes usando a expressão de São Paulo aos Romanos (Rm 4,18) “Esperar mesmo quando não há esperança” reivindicando para aqueles que, seguindo o exemplo do patriarca Abraão, acreditam confiantemente nas promessas de Deus, o direito de nunca abandonar mais a esperança, mesmo quando, humanamente falando, esta poderia parecer vazia e inconsistente. Em suas viagens apostólicas, João Paulo II, diversas vezes se referiu aos “mercadores da morte”. Em março de 1997, a CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, através do Setor Juventude, convidou as Instituições Católicas de Recuperação de Dependentes de Drogas, para um Primeiro Encontro Nacional em Lins nos dias 4 a 7 de junho. Em outubro de 1997, por solicitação do Diretor Executivo do Programa Internacional de Controle sobre a Droga das Nações Unidas, Dr. Giorgio Giacomelli, realizou-se no Vaticano a Conferência de Apresentação do Convênio Eclesial Solidários pela Vida. Neste encontro proferiu palestra a Secretário de Estado Cardeal Angelo Sodano que expôs as grandes linhas do magistério em matéria de drogas e afirmou: “a posição da Igreja é firme e clara, não legalizemos as drogas”[4]. Ao final do encontro o Santo Padre João Paulo II, dirigiu-se aos participantes exortando-os: “A luta contra o flagelo da toxicomania é ocupação de todos, cada um segundo a responsabilidade que lhe cabe”[5]. De 22 de abril a 1º de maio de 1998, realizou-se a 36ª Assembléia Geral da CNBB, em Itaici. Nesta ocasião, Dom Irineu Danelon, fez veemente pronunciamento relatando a situação e o acontecido em Lins no ano anterior e apresentando as reivindicações lá apresentadas. Como resposta Dom Irineu recebeu a manifestação de 247 bispos presentes favoráveis a implantação de uma pastoral específica para a prevenção e recuperação da dependência química Posição da Igreja O problema das drogas em toda a sua extensão, isto é, da produção ao consumo, é uma corrente de males de caráter pessoal e estrutural. É verdadeiro pecado que atenta contra a vida e a dignidade humana.[6] A droga é um mal e ao mal não se dá trégua. A legalização, mesmo que parcial, mesmo sendo uma interpretação da índole da lei, não surtiu os efeitos previstos.[7] A posição da Igreja é firme e continua clara: não legalizemos as drogas.[8] A legalização das drogas é apenas uma perigosa ilusão, porque não enfrenta o efeito devastador da dependência e deixa de lado o compromisso da prevenção.[9] Toxicodependência e alcoolismo, pela intrínseca gravidade e pela devastadora extensão, são dois fenômenos que ameaçam o gênero humano, tirando de cada indivíduo, no ambiente familiar e no tecido da sociedade, as profundas razões da esperança que, para ser verdadeira, há de ser esperança na vida - esperança de vida.[10] Toxicodependência e alcoolismo são contra a vida. Não se pode falar de "liberdade de se drogar" nem de "direito à droga", porque o ser humano não tem o direito de prejudicar-se e não pode nem deve nunca abdicar da dignidade pessoal que vem de Deus.[11] Traficantes da liberdade de seus irmãos, que os fazem escravos com uma escravidão mais terrível do que a escravidão dos negros. Os mercadores de escravos impediam o exercício da liberdade. Os narcotraficantes reduzem suas vítimas à destruição da própria personalidade.[12] A droga é um voto interior de evasão e sufoca a essência do espírito muito antes da destruição física.[13] Há um voto existencial solitário, devido à ausência de valores e a uma falta de confiança em si próprio, nos outros e na vida em geral.[14] Só o empenho pessoal do indivíduo, sua vontade revigorada e sua capacidade de autodomínio podem assegurar o retorno do mundo alucinante dos narcóticos à normalidade.[15] A distinção entre drogas leves e pesadas negligencia e atenua os riscos inerentes a toda sorte de produto tóxico, em particular os que levam à dependência, por atuarem sobre as estruturas psíquicas, reduzindo a consciência do indivíduo e levando-o à alienação da vontade e da liberdade pessoais.[16] A perda do ideal e do engajamento na vida adulta que observamos nos jovens torna-os particularmente frágeis. Seguidamente, eles não são incitados a lutar por uma existência correta e bela, mas acabam por desenvolver a tendência de se fechar em si mesmos. Não sabemos mais minimizar o efeito devastador exercido pela desocupação de que são vítimas os jovens, em proporções indignas de uma sociedade que pretende respeitar a dignidade humana.[17] Os jovens que tem uma personalidade estruturada, uma formação humana e moral sólida, e que vivem relações harmoniosas e confiantes com os colegas de sua idade e com os adultos, estão mais aptos a resistir às solicitações daqueles que propagam a droga.[18] A virtude da temperança manda evitar toda espécie de excesso, o abuso da comida, do álcool, do fumo e dos medicamentos. Aqueles que, em estado de embriaguez ou por gosto imoderado pela velocidade, põem em risco a segurança alheia e a própria, nas estradas, no mar e no ar, tornam-se gravemente culpáveis.[19] A proposta da Igreja A luta contra o flagelo da toxicomania é ocupação de todos, cada um segundo a responsabilidade que lhe cabe.[20] Aos toxicodependentes, às vítimas do alcoolismo, às comunidade familiares e sociais, que tanto sofrem por causa desta enfermidade dos seus membros, a Igreja, em nome de Cristo, propõe como resposta e como alternativa a terapia do amor. Deus é amor, e "quem não ama permanece na morte" (1Jo 3,14). Mas quem ama saboreia a vida e permanece nela![21] Não se combatem os fenômenos da droga e do alcoolismo nem se pode conduzir uma eficaz ação para a recuperação das suas vítimas, se não se recuperarem preventivamente os valores humanos do amor e da vida, os únicos capazes, sobretudo se iluminados pela fé religiosa, de dar significado pleno à nossa existência.[22] Esse mal pede um novo empenho de responsabilidade no interior das estruturas da vida civil e, em particular, mediante a proposta de modelos de vida alternativos.[23] Prevenção, repressão, reabilitação: estes são os pontos centrais de um programa que, concebido e levado a efeito à luz da dignidade do homem, embasado na honesta relação entre os povos, terá o reconhecimento e o apoio da Igreja.[24] A resposta da Igreja ao fenômeno da toxicodependência é uma mensagem de esperança e um serviço que vai além do fato em si, pois chega ao núcleo central da pessoa humana. Não se limita a eliminar somente o mal, mas propõe também a redescoberta do verdadeiro sentido da vida. É um serviço da escola evangélica e realizado por meio de formas concretas de acolhida, que, na prática, traduzem uma proposta de vida e uma mensagem de amor.[25] Para a estratégia de prevenção é necessário o concurso "de toda a sociedade: pais, escola, ambiente social, meios de comunicação social, organismos internacionais; um empenho para formar uma sociedade nova, com o rosto do homem; a educação para ser homem"[26]. A família é, sem dúvida alguma, a referência principal de cada ação de prevenção.[27] Exorto, portanto, os cônjuges a desenvolver relações conjugais e familiares estáveis, fundadas num amor único, durável e fiel.[28] Mas para todos aqueles que já caíram na espiral das drogas, são necessários oportunos caminhos de cura e de reabilitação, que vão muito além do tratamento médico, porque, em muitos casos, apresenta-se todo um complexo de problemas que requerem a ajuda da psicoterapia, seja do sujeito individual, seja do próprio núcleo familiar, em conjunto, com um adequado sustento espiritual.[29] Convido os pais que tenham um filho toxicômano a jamais se desesperar, a manter o diálogo com ele, a prodigalizar-lhe sua afeição e a favorecer seus contatos com estruturas capazes de assumir o encargo da cura. A atenção calorosa da família é o grande sustentáculo na luta interior, para o sucesso da cura e da desintoxicação.[30] Os bispos, reunidos em Santo Domingo, propõem: "Quanto ao problema da droga, implementar ações de prevenção na sociedade e de atenção e cura dos toxicômanos; denunciar com coragem os males que o vício e o tráfico da droga produzem em nossos povos, e o gravíssimo pecado que significa a produção, a comercialização e o consumo. Chamar especialmente a atenção para a responsabilidade dos poderosos comerciantes e consumidores. Promover a solidariedade e a cooperação internacional no combate a este flagelo"[31]. Seja estimulada também a obra dos que se esforçam por recuperar os que se drogam, dedicando uma atenção pastoral às vítimas da toxicodependência: é fundamental oferecer o justo “sentido da vida” às novas gerações que, se este vier a faltar, terminam freqüentemente caindo na espiral perversa dos entorpecentes. Este trabalho de reabilitação social também pode constituir um verdadeiro e próprio empenho de evangelização.[32] Bibliografia Pastoral da Sobriedade, Nilo Momm, Edições Loyola, 1999. Prevenção ao uso de drogas, Nilo Momm e Vilsom Basso, Centro de Capacitação da Juventude, CNBB, 1998. Escola a Felicidade, Vida sem Drogas, Nilo Momm e Juliana Camargo Momm, Edições Loyola, 2000. Texto-Base da CF 2001, Vida sim, drogas não, CNBB, 2000. Revista Encontros Teológicos - Instituto Teológico de Santa Catarina - ITESC

domingo, 14 de outubro de 2012

Para os jovens !!!

VATICANO - Mensagem do Papa aos jovens: "sejam missionários da alegria, sejam missionários entusiastas da nova evangelização!"
"Exorto todos vocês a serem missionários da alegria. Não se pode ser feliz se os outros não são: a alegria deve ser partilhada. Contem aos outros jovens a alegria de ter encontrado o tesouro precioso que é o próprio Jesus. Não podemos guardar para nós a alegria da fé: para que ela possa permanecer nós, devemos transmiti-la". O Papa sublinha que "a alegria é um elemento central da experiência cristã", e em particular, é uma das características de cada Jornada Mundial da Juventude. "A Igreja tem a vocação de levar ao mundo a alegria, uma alegria autêntica e duradoura, aquela que os anjos anunciaram aos pastores de Belém na noite do nascimento de Jesus", recorda o Santo Padre que em sua mensagem evidencia como "no difícil contexto atual, muitos jovens... precisam imensamente de ouvir que a mensagem cristã é uma mensagem de alegria e esperança"! "Além da gratificação imediata e passageira, o nosso coração busca a profunda alegria, plena e duradoura, que possa dar "sabor" a "existência", escreve o Papa, que ressalta como as alegrias autênticas "encontram sua origem em Deus, mesmo que não pareça à primeira vista". Então, encontra o Senhor, fazer espaço a Jesus Cristo e ao seu Evangelho, "é o caminho para ter a paz e a verdadeira felicidade dentro de nós mesmos, é o caminho para a verdadeira realização de nossa existência como filhos de Deus". "A alegria está intimamente ligada ao amor: são dois frutos inseparáveis do Espírito Santo. O amor produz alegria e a alegria é uma forma de amor", explica o Papa, convidando os jovens a entrar na alegria do amor sendo generosos, engajando-se plenamente na vida, com especial atenção para os mais necessitados, ajudando a tornar a sociedade mais justa e humana. Em seguida, ele os exorta a não terem medo do chamado Cristo para a vida religiosa, monástica, missionária ou sacerdotal: "Estejam certos de que Ele enche de alegria aqueles que, dedicando sua vida nessa perspectiva, respondendo ao seu convite a deixar tudo para ficar com Ele e dedicando-se com coração indiviso ao serviço dos outros". O Santo Padre pede enfim para recorrer frequentemente ao Sacramento da Penitência e da Reconciliação, que é "o Sacramento da alegria reencontrada", e mostra como modelos dois jovens Beatos, Pier Giorgio Frassati (1901-1925) e Chiara Badano (1971-1990), "que mostram como o autêntico cristão fica nunca desesperado e triste, mesmo diante das provas mais duras, e mostram que a alegria cristã não é uma fuga da realidade, mas uma força sobrenatural para enfrentar e viver as dificuldades diárias. "A mensagem termina com um convite aos jovens a serem "testemunhas da alegria", "missionários entusiastas da nova evangelização! Levem ao que sofrem, aos que estão em busca a alegria que Jesus quer doar. Levem-na em suas famílias, em suas escolas e universidades, em seus locais de trabalho e aos grupos de amigos, onde vocês vivem. Vocês verão que a alegria é contagiosa".

sábado, 13 de outubro de 2012

12 de Outubro - Dia de Nossa Senhora Aparecida !

CONSAGRAÇÃO DA JUVENTUDE A NOSSA SENHORA
Senhora Aparecida, Mãe de Cristo e da Igreja! Senhora Aparecida, Mãe de nossa juventude! A Senhora nos deu Jesus Cristo, o amor do Pai feito homem e nosso irmão. A Senhora é a criatura que mais amou e ama a Deus e aos homens. Por isso é o modelo que precisamos. O exemplo que buscamos. Unidos com a Senhora, queremos estar a serviço de Deus e dos irmãos. Aceite nossa inteligência, para que se ilumine com a verdade, que é seu Filho JESUS CRISTO! Aceite nossa vontade para escolhermos o único CAMINHO, o Bem! Aceite nosso coração para que encontremos a VIDA,a felicidade de servir e amar! Sempre animados pelo seu exemplo e proteção, seremos exatos nos deveres! Nobres nas atitudes! Sinceros nas intenções! Com a Senhora seremos um "novo céu, uma nova terra" porque viveremos uma única verdade, um único caminho,uma única vida, seu Filho JESUS CRISTO!Amém!

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

YOUCAT - Esse livro é um presente pessoal do Santo Padre

E você, peregrino? Tem observado essas palavras que estão no seu Youcat, que veio junto com a mochila do peregrino? Ou simplesmente deixou na mochila como recordação? Queridos jovens amigos, Hoje vos aconselho a leitura de um livro extraordinário. É extraordinário pelo seu conteúdo, mas também pelo modo em que se formou, que desejo explicar-vos brevemente, para que se possa compreender a sua particularidade. Teve origem, por assim dizer, de outra obra que remonta aos anos 80. Era um período difícil para a Igreja e para a sociedade mundial, durante o qual surgiu a necessidade de novas orientações para encontrar o caminho rumo ao futuro. Após o Concílio Vaticano II (1962-1965) e no mudado clima cultural, muitas pessoas já não sabiam corretamente no que os cristãos deveriam acreditar exactamente, o que a Igreja ensinava, se ela podia ensinar algo tout court e como tudo isto podia adaptar-se ao novo clima cultural. O Cristianismo como tal não está superado? Pode-se ainda hoje racionalmente ser crente? Estas são as questões que muitos cristãos se formulam até nos nossos dias. O Papa João Paulo II optou então por uma decisão audaz: deliberou que os bispos do mundo inteiro escrevessem um livro com o qual responder a estas perguntas. Ele confiou-me a tarefa de coordenar o trabalho dos bispos e de vigiar a fim de que das suas contribuições nascesse um livro – quero dizer, um livro verdadeiro e não uma simples justaposição de uma multiplicidade de textos. Este livro devia ter o título tradicional de Catecismo da Igreja Católica e, todavia ser algo absolutamente estimulante e novo; devia mostrar no que a Igreja Católica crê hoje e de que maneira se pode acreditar de modo racional. Assustei-me com esta tarefa e devo confessar que duvidei que algo semelhante pudesse ter bom êxito. Como podia acontecer que autores espalhados pelo mundo pudessem produzir um livro legível? Como podiam homens que vivem em continentes diversos, e não só sob o ponto de vista geográfico, mas inclusive intelectual e cultural, produzir um texto dotado de uma unidade interna e compreensível em todos os continentes? A isto se acrescentava o fato de que os bispos deviam escrever não simplesmente como autores individuais, mas em representação dos seus irmãos e das suas Igrejas locais. Devo confessar que até hoje me parece um milagre o fato de que este projeto no final se realizou. Encontramo-nos três ou quatro vezes por ano por uma semana e debatemos apaixonadamente sobre cada parte do texto, na medida em que se desenvolvia. Como primeira atitude, definimos a estrutura do livro: devia ser simples, para que cada grupo de autores pudesse receber uma tarefa clara e não forçar as suas afirmações num sistema complicado. É a mesma estrutura deste livro; ela é tirada simplesmente de uma experiência catequética de um século: o que cremos – de que modo celebramos os mistérios cristãos – de que maneira temos a vida em Cristo – de que forma devemos rezar. Não quero explicar aqui o modo como debatemos sobre a grande quantidade de questões, até chegar a compor um livro verdadeiro. Numa obra deste gênero são muitos os pontos discutíveis: tudo o que os homens fazem é insuficiente e pode ser melhorado, e não obstante, trata-se de um grande livro, um sinal de unidade na diversidade. A partir das muitas vozes pôde-se formar um coro porque tínhamos a comum partitura da fé, que a Igreja nos transmitiu desde os apóstolos, através dos séculos até hoje. Por que tudo isto? Desde a redação do livro, tivemos que constatar que não só os continentes e as culturas das suas populações são diferentes, mas também no âmbito de cada sociedade existem diversos “continentes”: o trabalhador tem uma mentalidade diferente do camponês; um físico de um filólogo; um empresário de um jornalista, um jovem de um idoso. Por este motivo, na linguagem e no pensamento, tivemos que nos colocar acima de todas estas diferenças e, por assim dizer, buscar um espaço comum entre os diferentes universos mentais; com isto tornamo-nos cada vez mais conscientes do modo como o texto exigia algumas “traduções” nos diversos mundos, para poder alcançar as pessoas com as suas mentalidades diferentes e várias problemáticas. Desde então, nas Jornadas Mundiais da Juventude (Roma, Toronto, Colónia, Sydney) reuniram-se jovens de todo o mundo que querem acreditar, que estão em busca de deus, que amam cristo e desejam caminhos comuns. Neste contexto perguntamo-nos se não deveríamos traduzir o catecismo da igreja católica na língua dos jovens e fazer penetrar as suas palavras no seu mundo. Naturalmente, também entre os jovens de hoje existem muitas diferenças; assim, sob a comprovada guia do arcebispo de Viena, Christoph Schönborn, formou-se um YOUCAT para os jovens. Espero que muitos se deixem cativar por este livro. Algumas pessoas dizem-me que o catecismo não interessa à juventude moderna; mas não acredito nesta afirmação e estou certo de que tenho razão. A juventude não é tão superficial como é acusada de o ser; os jovens querem saber deveras no que consiste a vida. Um romance policial é empolgante porque nos envolve no destino de outras pessoas, mas que poderia ser também o nosso; este livro é cativante porque nos fala do nosso próprio destino e, portanto refere-se de perto a cada um de nós. Por isso, exorto-vos: estudai o catecismo! Estes são os meus votos de coração. Este subsídio ao catecismo não vos adula; não oferece fáceis soluções; exige uma nova vida da vossa parte; apresenta-vos a mensagem do evangelho como a “pérola de grande valor” (Mt 13, 45) pela qual é preciso dar tudo. Portanto, peço-vos: estudai o catecismo com paixão e perseverança! Sacrificai o vosso tempo por ele! Estudai-o no silêncio do vosso quarto, lede-o em dois, se sois amigos, formai grupos e redes de estudo, trocai idéias na internet. Permanecei de qualquer modo em diálogo sobre a vossa fé! Deveis conhecer aquilo em que credes; deveis conhecer a vossa fé com a mesma exatidão com a qual um perito de informática conhece o sistema operativo de um computador; deveis conhecê-la como um músico conhece a sua peça; sim, deveis ser muito mais profundamente radicados na fé do que a geração dos vossos pais, para poder resistir com força e decisão aos desafios e às tentações deste tempo. Tendes necessidade da ajuda divina, se a vossa fé não quiser esgotar-se como uma gota de orvalho ao sol, se não quiserdes ceder às tentações do consumismo, se não quiserdes que o vosso amor afogue na pornografia, se não quiserdes trair os débeis e as vítimas de abusos e violência. Se vos dedicardes com paixão ao estudo do catecismo, gostaria de vos dar ainda um último conselho: sabei todos de que modo a comunidade dos fiéis recentemente foi ferida por ataques do mal, pela penetração do pecado no seu interior, aliás, no coração da Igreja. Não tomeis isto como pretexto para fugir da presença de Deus; vós próprios sois o corpo de Cristo, a Igreja! Levai o fogo intacto do vosso amor a esta Igreja todas as vezes que os homens obscurecerem o seu rosto. “Sede diligentes, sem fraqueza, fervorosos de espírito, dedicados ao serviço do Senhor” (Rm 12, 11). Quando Israel se encontrava no ponto mais obscuro da sua história, Deus chamou em seu socorro não os grandes e as pessoas estimadas, mas um jovem de nome Jeremias; ele sentiu-se chamado a uma missão demasiado grande: “Ah! Senhor Javé, não sou um orador, porque sou ainda muito novo!” (Jr 1, 6). Mas Deus replicou: “Não digas: sou ainda muito novo – porquanto irás aonde Eu te enviar, e dirás o que Eu te mandar” (Jr 1, 7). Abençôo-vos e rezo cada dia por todos vós. Benedictus PP XVI

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Setembro, mês da Bíblia

"A Bíblia contém tudo aquilo que Deus quis nos comunicar" Estamos em setembro, e no Brasil já é uma tradição que este mês seja lembrado como o “Mês da Bíblia”. Setembro foi escolhido pelos Bispos do Brasil como o Mês da Bíblia em razão da festa de São Jerônimo, celebrada no dia 30. São Jerônimo, que viveu entre 340 e 420, foi o secretário do Papa Dâmaso e por ele encarregado de revisar a tradução latina da Sagrada Escritura. Essa versão latina feita por esse santo recebeu o nome de Vulgata, que, em latim, significa "popular" e o seu trabalho é referência nas traduções da Bíblia até os nossos dias. Ao celebrar o Mês da Bíblia, a Igreja nos convida a conhecer mais a fundo a Palavra de Deus, a amá-la cada vez mais e a fazer dela, a cada dia, uma leitura meditada e rezada. É essencial ao discípulo missionário o contato com a Palavra de Deus para ficar solidamente firmado em Cristo e poder testemunhá-Lo no mundo presente, tão necessitado de Sua presença. “Desconhecer a Escritura é desconhecer Jesus Cristo e renunciar a anunciá-lo. Se queremos ser discípulos e missionários de Jesus Cristo é indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus. É preciso fundamentar nosso compromisso missionário e toda a nossa vida cristã na rocha da Palavra de Deus” (DA 247). A Bíblia contém tudo aquilo que Deus quis nos comunicar em relação à nossa salvação. Jesus é o centro e o coração da Sagrada Escritura. Em Jesus se cumprem todas as promessas feitas no Antigo Testamento para o povo de Deus. Ao lê-la, não devemos nos esquecer de que Cristo é o ápice da revelação de Deus. Ele é a Palavra viva de Deus. Todas as palavras da Sagrada Escritura têm seu sentido definitivo n'Ele, porque é no mistério de Sua Morte e Ressurreição que o plano de Deus Pai para a nossa salvação se cumpre plenamente. Dom Raymundo Damasceno Assis Arcebispo de Aparecida

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

O chamado de Deus

A Sagrada Liturgia, através do Ano Litúrgico, nos proporciona, constantemente, reflexões acerca das diversas vocações na Igreja. De fato, um olhar atento às disposições litúrgicas quando celebramos o Tempo Comum perceberá como somos envolvidos pelas indicações do Senhor a nos apontar uma vida de santidade, a partir do nosso cotidiano, por vezes atribulado, mas que deve estar sempre voltado a Deus. Nesta perspectiva ordinária, vale mencionar aquilo que São João Bosco destacava, ao afirmar que um em cada três jovens sente o chamado de Deus à vocação sacerdotal. Assim, caríssimos, ao contemplarmos nossa realidade eclesial constantemente necessitada de sacerdotes, convém nos perguntar o que teria havido com estes jovens Chamados. Não é difícil concluir que as realidades atuais fazem o chamado ofuscar-se naqueles vocacionados, de modo que nem sempre o reconhecem como a sublime missão, como um chamado de Deus. Recentemente, comemorando o Centenário de Fundação dos Pontifícios Seminários das regiões italianas Campânia, Calábria e Úmbria, o Papa Bento XVI falou precisamente sobre esta condição daquele que é chamado ao sacerdócio: “É importante que o seminarista entenda muito bem que (...) é na verdade um "Sujeito" que o chama, o Senhor que o fez sentir a sua voz convidando-o a passar a vida servindo a Deus e ao próximo” (26.I.2012). Portanto, irmãos e irmãs, quanto mais adentramos, através dos relatos evangélicos, nesta intimidade e encontro dos primeiros discípulos com o Senhor Jesus, somos todos convida-dos a rezar pelas vocações. Não somente pedindo ao Senhor da Messe que olhe com compaixão para o seu povo e envie mais operários (cf. Mt 9, 36-38), mas, principalmente, para que, inspirados pelos Magos do Oriente, aqueles Chamados sejam capazes de entregar aos pés do Menino-Deus os seus dons mais preciosos, isto é, sua própria vida por amor a Deus. Autor: Rafael de Oliveira Archetti - Seminarista

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O Grande ensinamento de PEDRO

Na Bíblia sagrada, temos em Pedro um grande exemplo da diferença existente entre a nossa essência humana e nossa essência divina. Quanto à essência divina, lembremos do episódio em que Jesus questiona aos discípulos quem ele é. Nesta oportunidade, Pedro afirmou em alto e bom som que Jesus era o messias, o filho do Deus vivo. Vemos aqui que Pedro ao lado de Jesus era forte, destemido, não tinha medo de errar, mas se colocava sempre em prontidão, tanto é que, no dia em que Jesus Cristo foi preso, Pedro se colocou à frente dos soldados romanos para proteger a Jesus. Em outro relato bíblico, observamos a essência humana de Pedro, nesta oportunidade, faço menção ao momento em que Pedro negou Jesus por três vezes. Pedro não estava naquele momento fazendo algo de mal, na verdade, ele deixou que falasse mais alto a sua essência humana, ou seja, se defendeu. Quando estamos em apuros, o nosso sistema de defesa é acionado, e por instinto buscamos a melhor maneira de nos defender, esquecendo, às vezes, até de quem nós amamos. Estamos em um tempo em que a sociedade nos oferece diversas maneiras de fugirmos ou curarmos daquilo que nos faz sofrer. Em um momento de depressão, temos os anti-depressivos, no momento em que perdemos um namorado(a), ficar com qualquer um, ou com vários(as). Para curarmos a falta de carinho de nossa família ou da pessoa amada, é simples, faça sexo, use drogas e bebida de maneira desregrada. Esta tem sido a solução que é ofertada a nós como paliativo de nossas dores! Não somos mais incentivados a buscar a Cristo, ter fé em Cristo e principalmente a confiar em Deus. Buscamos a solução mais rápida, no entanto, não a solução definitiva. Pedro quando estava longe de Cristo, buscou a solução mais próxima dele, mas não confiou no Deus todo poderoso que morava em seu coração. No entanto, Pedro quando tinha Jesus por perto era forte, uma verdadeira rocha inabalável, a ponto de enfrentar um exército. Assim somos nós, quando estamos repletos do amor de Cristo, somos rocha firme, e nem um mal pode nos abalar, mesmo que eles venham, teremos forças suficientes para transpô-los, no entanto, longe de cristo somos frágeis e qualquer mal destrói nossas estruturas, aceitamos o álcool, as drogas, o sexo desmedido e inconseqüente e até mesmo o homossexualismo, como cura de nossas depressões. Pensemos um pouco, qual é o mal do século (depressão) e como hoje as pessoas estão se afastando de Cristo. Os sinais são claros, de que, longe de Cristo a nossa essência humana fala mais alto e assim não enxergamos a luz da nossa vida que é CRISTO. Neste feriadão, busquemos a nossa essência divina, estreitemos os nossos laços com Cristo e busquemos encontrar nele o nosso verdadeiro refúgio e porto seguro. Autor: Lucas Ribeiro Fernades Maia

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

AOS JOVENS !!!

''A Igreja só será jovem, quando os jovens forem Igreja''
Beato João Paulo II


JOVENS, tenham coragem de avançar nas águas mas profundas, o mundo precisa do testemunho de Fé de vocês, o Cristo deseja que todos vocês sejam evangelizadores, sejam testemunhas da verdade, abracem o serviço com amor.

Renunciem o que afasta vocês de Deus, quantos jovens se perdem no mundo por não conhecerem o Cristo, por não terem coragem de provar o seu amor, os jovens mas que nunca neste tempo de confusão que o mundo vive, precisa ser as testemunhas de um mundo novo, onde a esperança possa restaura os coração machucados, onde exista o ódio, que a Fé e o testemunho de vocês sejam fortes para pregar a Palavra e assim predominar o amor de Deus.

Não Tenham Medo!!!!!
 
Foto: ''A Igreja só será jovem, quando os jovens forem Igreja''
                                                            Beato João Paulo II
JOVENS, tenham coragem de avançar nas águas mas profundas, o mundo precisa do testemunho de Fé de vocês, o Cristo deseja que todos vocês sejam evangelizadores, sejam testemunhas da verdade, abracem o serviço com amor.
Renunciem o que afasta vocês de Deus, quantos jovens se perdem no mundo por não conhecerem o Cristo, por não terem coragem de provar o seu amor, os jovens mas que nunca neste tempo de confusão que o mundo vive, precisa ser as testemunhas de um mundo novo, onde a esperança possa restaura os coração machucados, onde exista o ódio, que a Fé e o testemunho de vocês sejam fortes para pregar a Palavra e assim predominar o amor de Deus.
Não Tenham Medo!!!!!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A doce experiência de ter Fé



 Desde de pequeninos somos convidados a ter uma fé forte e inabalável, onde confiamos plenamente na providência divina, tendo a certeza que também devemos fazer a nossa parte, logo, surge um grande questionamento, o que é a FÉ?, e, como adquirir  a mesma?.
Segundo a Wikipédia, Fé (do Latim fides, fidelidade e do Grego pistia[1] ) é a firme opinião de que algo é verdade, sem qualquer tipo de prova ou critério objetivo de verificação, pela absoluta confiança que depositamos nesta idéia ou fonte de transmissão.
No sentido acima, Fé se relaciona com a crença “crer” ou seja, quem crê em algo não dúvida, mesmo que a razão ainda não tenha uma resposta.
Pe. Fábio de Melo, também trouxe uma definição pessoal de Fé, definição que já havíamos abordado em texto anterior, mas que se torna oportuno mencionar. Disse o Pe. Fábio “Fé é você estar em um quarto escuro sem saber o que esta a sua frente mas ter a coragem de caminhar, tendo a certeza de que nada de mal lhe acontecerá, pois Deus estará protegendo o caminho.
Logo, a fé é uma experiência pessoal de crer naquilo que não podemos sentir com os nossos sentidos humanos (tato, olfato, visão, paladar), muito menos alcançar uma explicação com a razão humana.
No livro “Imitação de Cristo” atribuído a Thomas Kemps, mas de autoria desconhecida, o escritor acresce que este entendimento é tão extraordinário que não podemos com nossa capacidade limitada de raciocínio compreender, ou seja, é como se quiséssemos instalar um programa extremamente avançado e um computador de capacidade limitada.
Por este motivo, nós cristãos ou religiosos somos alvos de chacota e ofensas, pois abrimos mão de utilizar a razão daquilo que se “tem” certeza, a exemplo teorias levantadas por cientistas que através de experimentos comprovam determinadas circunstâncias, e, nos lançamos em um mar, que para muitos é apenas um refúgio de fraqueza..
Pois bem, como então adquirir Fé, afinal de contas, não se tem uma teoria definida para esta.
Adianto que Fé não é ciência exata, como a certeza de que 1 + 1 é igual a 2, digo isto porque não necessariamente as experiências de vida que tive podem levar um outro irmão a ter fé. Observemos as diversas conversões existentes na bíblia e na vida do santos, todos eles tiveram momentos especiais que o levaram a crer a em Deus, São Francisco se encontrou com aqueles que ele repudiava “os leprosos” e recebeu uma ordem do próprio Deus de reconstruir a sua Igreja, Maria Madalena foi defendida por Cristo antes de ser apedrejada, Lucas, o evangelista, em relato no livro “Médico de Homens e de Almas” se tornou Médico para impedir que Deus permitisse a morte das outras pessoas, mas em diversas experiências pessoais de vidas, narradas no livro acima, entregou-se nos braços de Deus.
Observamos assim que a experiência de Fé de cada individuo é ÚNICA, pois Deus, como pai amoroso que é, oferece a cada um de nós momento impar para nos apaixonar por ele. Este amor de Deus é tão infinito que ele, como pai amoroso nos conquista a cada dia com singelas maneiras devendo a nós nos entregarmos.
Aqui surge então a maneira de conquistarmos a Fé, qual seja, a entrega. As vezes aproximamos de Deus armados, com inúmeras pedras na mão por que fomos decepcionados em nossas relações diárias. Chegamos com as inúmeras dúvidas que aqueles que não crêem depositaram em nossa consciência, bem como os questionamentos que nós mesmos construímos através de nossas experiências de vida, mas neste momento devemos nos desarmar, devemos nos entregar no colo de Cristo e deixar que ela nos seduza, que ele tome a direção de nossas decisões e caminhos.
Não tem o celebrante a condição de fazer com que você tenha Fé, pois apenas nos oferece instruções para vida, não tem o nosso pai, mãe, irmãos e amigos a capacidade de nos tornamos fervorosos, pois é uma decisão pessoal, é uma experiência própria de você entregue nos braços de Deus.
Por isso, a Fé é tão questionada pelos racionalistas, pois é difícil nos entregar na mão daquele que não alcançamos com os nossos sentidos, mas lanço aqui um questionamento: “Se não encontramos em Deus o porto seguro, a quem devemos socorrer se não temos forças por nós mesmos de vencer algo, nem o outro a condição de nos ajudar?”
Quem não tem Deus, em momento de limitação pessoal e limitação daqueles que ele confiava, não possui ninguém mais para se socorrer e infelizmente está destinado ao desespero, depressão e caos, no entanto aquele que tem Deus, tem um braço forte a que se segurar, tem um manancial de graças tão infinito que independe do tamanho do problema.
Já coloquei inúmeras situações nas mãos de Deus e ele sempre me amparou, e, o que coloquei nas mãos de Deus, a ciência humana não teve condições de me ajudar, pois para ela, apenas doses de comprimidos resolveriam, mas não, apenas Deus resolveu.
Por isso peço que rezem comigo: “Meu querido Deus, hoje encontro-me preso as minhas correntes de questionamentos e desânimos, estou armado pois as experiências de vida me tornaram assim, mas peço que me dê forças para confiar em ti e em ti encontrar o meu porto seguro, entrego-me a ti e abro o meu coração para que reconstrua o meu ser e me torne um sacrário vivo e digno de te receber” – “Pai nosso que estais no céu ...”
A Fé é uma experiência única de nos lançar nos braços de Deus na confiança de, em meio as tribulações, nos encontrarmos em porto seguro, tranqüilo e inabalável que, aqueles que não fizerem esta experiência jamais  provaram um pedacinho do céu aqui na terra.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Catecismo é a pedra angular que nos mantém enraizados na fé


VATICANO, 20 Ago. 12 (ACI/EWTN Noticias) .- Com motivo da proximidade do Ano da Fé, proclamado pelo Papa Bento XVI, o historiador da Igreja e consultor de vários dicastérios, Dom Wilhelm Imkamp, afirmou que o Catecismo é a pedra angular que nos mantém enraizados à fé.
O Ano da Fé, proclamado pelo Papa Bento XVI, começará no dia 11 de outubro de 2012, no 50° aniversário da inauguração do Concílio Vaticano II e terminará em 24 de novembro de 2013, na Solenidade de Cristo Rei do Universo, também se comemorará o 20º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica.
Em uma entrevista concedida ao jornal Avvenire, Dom Imkamp recordou que "sem a assimilação do catecismo, a fé se evapora, se desvanece", mas "existe a esperança de uma correção como são, por exemplo projetos como os do YouCat", o catecismo para jovens elaborado principalmente na Alemanha e distribuído pela primeira vez entre os jovens durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Madri 2011.
O Prelado ressaltou que a sociedade de hoje, necessita uma verdadeira recepção do Catecismo e que este se converta em um fundamento para a transmissão dos conteúdos da fé. Isto "servirá para a preparação para os sacramentos, para o plano de formação e para os programas didáticos dos professores de religião, obviamente até para a preparação dos sacerdotes", indicou.
Dom Imkamp, que também é reitor do Santuário de Maria Versperbild na Bavaria (Alemanha), assinalou que com ocasião da chegada do Ano da Fé no mês de outubro Maria é "a porta da fé e por isso também a porta do Céu".
Explicou que embora na Alemanha a Igreja seja pouco convincente para os jovens, as Jornadas Mundiais da Juventude e os novos movimentos eclesiais, poderiam mudar as coisas: "a contribuição eclesial com seu complicado sistema de comissões e de conselhos não é percebido na sua grandeza espiritual, mas sim como um simples ente de direito público que se esforça em todos os sentidos para ter importância social", lamentou.
Finalmente, explicou que é urgente preparar aos jovens para os sacramentos, já que "são um tesouro a ser descobertos e para oferecer".
O Catecismo fonte de fé assistida pelo Espírito Santo

A Igreja considera como propulsor do Catecismo ao Beato João Paulo II, quem em 1985, pediu a criação do Catecismo durante o vigésimo aniversário da clausura do Concílio Vaticano II em uma sessão extraordinária do Sínodo dos bispos para agradecer a Deus os enormes frutos espirituais nascidos do Concílio.
O Catecismo da Igreja Católica é a exposição da fé da Igreja e da doutrina católica, iluminadas pelas Sagradas Escrituras, pela Tradição apostólica e pelo Magistério eclesiástico fruto da renovação iniciada no Concílio Vaticano II.
Sua redação junto à elaboração do novo Código de Direito Canônico, o Código de Direito das Iglesias Orientais católicas, o Compêndio de Doutrina Social da Igreja católica e o Diretório Catequético General se converteu no ponto de referência oficial para o ressurgimento da Igreja e para redação dos catecismos católicos do mundo inteiro.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

São Pio X - O Papa da Eucaristia


Dia 21 de agosto - Dia dedicado a São Pio X, O Papa da Eucaristia.

São Pio X, rogai por nós!


















Autor: Carlos Eduardo Figueiredo.