segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O Dia Nacional do Livro

Hoje comemoramos também o Dia Nacional do Livro. A Bíblia é o livro mais lido no Brasil, ela é composta por 73 livros. Vc costuma ler a Bíblia?? Qual é o livro que vc mais gosta???

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

A Igreja perante as drogas Nilo Momm Igreja somos todos nós, comunidade unida pelo batismo. A Igreja sempre esteve atenta ao problema das drogas. Pe. Haroldo trouxe há 35 anos a primeira comunidade terapêutica para o Brasil. Pe. Mario Picchi instalou a primeira na Itália há 45 anos. Em 1984, a Santa Sé, promoveu encontro mundial de comunidades terapêuticas católicas. Dizia João Paulo II, naquela ocasião: “Hoje o flagelo da droga torna-se perverso em formas cruéis e dimensões impressionantes, superiores a muitas previsões”[1]. “A droga é um mal, ao mal não se dá trégua. A legalização, mesmo que parcial, mesmo sendo uma interpretação da índole da lei, não surtiu os efeitos que eram previstos. Prevenção, repressão, reabilitação: estes são os pontos centrais de um programa que, concebido e levado a efeito à luz da dignidade do homem, embasado na honesta relação entre os povos, terá o reconhecimento e o apoio da Igreja”[2]. Em 1991, João Paulo II, voltaria ao assunto durante a Conferência Internacional do Pontifício Conselho para a Pastoral da Saúde. Toxicodependência e alcoolismo frustram a pessoa justamente na sua própria capacidade de comunhão e doação. Este foi o título de seu pronunciamento[3]. Exortou os presentes usando a expressão de São Paulo aos Romanos (Rm 4,18) “Esperar mesmo quando não há esperança” reivindicando para aqueles que, seguindo o exemplo do patriarca Abraão, acreditam confiantemente nas promessas de Deus, o direito de nunca abandonar mais a esperança, mesmo quando, humanamente falando, esta poderia parecer vazia e inconsistente. Em suas viagens apostólicas, João Paulo II, diversas vezes se referiu aos “mercadores da morte”. Em março de 1997, a CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, através do Setor Juventude, convidou as Instituições Católicas de Recuperação de Dependentes de Drogas, para um Primeiro Encontro Nacional em Lins nos dias 4 a 7 de junho. Em outubro de 1997, por solicitação do Diretor Executivo do Programa Internacional de Controle sobre a Droga das Nações Unidas, Dr. Giorgio Giacomelli, realizou-se no Vaticano a Conferência de Apresentação do Convênio Eclesial Solidários pela Vida. Neste encontro proferiu palestra a Secretário de Estado Cardeal Angelo Sodano que expôs as grandes linhas do magistério em matéria de drogas e afirmou: “a posição da Igreja é firme e clara, não legalizemos as drogas”[4]. Ao final do encontro o Santo Padre João Paulo II, dirigiu-se aos participantes exortando-os: “A luta contra o flagelo da toxicomania é ocupação de todos, cada um segundo a responsabilidade que lhe cabe”[5]. De 22 de abril a 1º de maio de 1998, realizou-se a 36ª Assembléia Geral da CNBB, em Itaici. Nesta ocasião, Dom Irineu Danelon, fez veemente pronunciamento relatando a situação e o acontecido em Lins no ano anterior e apresentando as reivindicações lá apresentadas. Como resposta Dom Irineu recebeu a manifestação de 247 bispos presentes favoráveis a implantação de uma pastoral específica para a prevenção e recuperação da dependência química Posição da Igreja O problema das drogas em toda a sua extensão, isto é, da produção ao consumo, é uma corrente de males de caráter pessoal e estrutural. É verdadeiro pecado que atenta contra a vida e a dignidade humana.[6] A droga é um mal e ao mal não se dá trégua. A legalização, mesmo que parcial, mesmo sendo uma interpretação da índole da lei, não surtiu os efeitos previstos.[7] A posição da Igreja é firme e continua clara: não legalizemos as drogas.[8] A legalização das drogas é apenas uma perigosa ilusão, porque não enfrenta o efeito devastador da dependência e deixa de lado o compromisso da prevenção.[9] Toxicodependência e alcoolismo, pela intrínseca gravidade e pela devastadora extensão, são dois fenômenos que ameaçam o gênero humano, tirando de cada indivíduo, no ambiente familiar e no tecido da sociedade, as profundas razões da esperança que, para ser verdadeira, há de ser esperança na vida - esperança de vida.[10] Toxicodependência e alcoolismo são contra a vida. Não se pode falar de "liberdade de se drogar" nem de "direito à droga", porque o ser humano não tem o direito de prejudicar-se e não pode nem deve nunca abdicar da dignidade pessoal que vem de Deus.[11] Traficantes da liberdade de seus irmãos, que os fazem escravos com uma escravidão mais terrível do que a escravidão dos negros. Os mercadores de escravos impediam o exercício da liberdade. Os narcotraficantes reduzem suas vítimas à destruição da própria personalidade.[12] A droga é um voto interior de evasão e sufoca a essência do espírito muito antes da destruição física.[13] Há um voto existencial solitário, devido à ausência de valores e a uma falta de confiança em si próprio, nos outros e na vida em geral.[14] Só o empenho pessoal do indivíduo, sua vontade revigorada e sua capacidade de autodomínio podem assegurar o retorno do mundo alucinante dos narcóticos à normalidade.[15] A distinção entre drogas leves e pesadas negligencia e atenua os riscos inerentes a toda sorte de produto tóxico, em particular os que levam à dependência, por atuarem sobre as estruturas psíquicas, reduzindo a consciência do indivíduo e levando-o à alienação da vontade e da liberdade pessoais.[16] A perda do ideal e do engajamento na vida adulta que observamos nos jovens torna-os particularmente frágeis. Seguidamente, eles não são incitados a lutar por uma existência correta e bela, mas acabam por desenvolver a tendência de se fechar em si mesmos. Não sabemos mais minimizar o efeito devastador exercido pela desocupação de que são vítimas os jovens, em proporções indignas de uma sociedade que pretende respeitar a dignidade humana.[17] Os jovens que tem uma personalidade estruturada, uma formação humana e moral sólida, e que vivem relações harmoniosas e confiantes com os colegas de sua idade e com os adultos, estão mais aptos a resistir às solicitações daqueles que propagam a droga.[18] A virtude da temperança manda evitar toda espécie de excesso, o abuso da comida, do álcool, do fumo e dos medicamentos. Aqueles que, em estado de embriaguez ou por gosto imoderado pela velocidade, põem em risco a segurança alheia e a própria, nas estradas, no mar e no ar, tornam-se gravemente culpáveis.[19] A proposta da Igreja A luta contra o flagelo da toxicomania é ocupação de todos, cada um segundo a responsabilidade que lhe cabe.[20] Aos toxicodependentes, às vítimas do alcoolismo, às comunidade familiares e sociais, que tanto sofrem por causa desta enfermidade dos seus membros, a Igreja, em nome de Cristo, propõe como resposta e como alternativa a terapia do amor. Deus é amor, e "quem não ama permanece na morte" (1Jo 3,14). Mas quem ama saboreia a vida e permanece nela![21] Não se combatem os fenômenos da droga e do alcoolismo nem se pode conduzir uma eficaz ação para a recuperação das suas vítimas, se não se recuperarem preventivamente os valores humanos do amor e da vida, os únicos capazes, sobretudo se iluminados pela fé religiosa, de dar significado pleno à nossa existência.[22] Esse mal pede um novo empenho de responsabilidade no interior das estruturas da vida civil e, em particular, mediante a proposta de modelos de vida alternativos.[23] Prevenção, repressão, reabilitação: estes são os pontos centrais de um programa que, concebido e levado a efeito à luz da dignidade do homem, embasado na honesta relação entre os povos, terá o reconhecimento e o apoio da Igreja.[24] A resposta da Igreja ao fenômeno da toxicodependência é uma mensagem de esperança e um serviço que vai além do fato em si, pois chega ao núcleo central da pessoa humana. Não se limita a eliminar somente o mal, mas propõe também a redescoberta do verdadeiro sentido da vida. É um serviço da escola evangélica e realizado por meio de formas concretas de acolhida, que, na prática, traduzem uma proposta de vida e uma mensagem de amor.[25] Para a estratégia de prevenção é necessário o concurso "de toda a sociedade: pais, escola, ambiente social, meios de comunicação social, organismos internacionais; um empenho para formar uma sociedade nova, com o rosto do homem; a educação para ser homem"[26]. A família é, sem dúvida alguma, a referência principal de cada ação de prevenção.[27] Exorto, portanto, os cônjuges a desenvolver relações conjugais e familiares estáveis, fundadas num amor único, durável e fiel.[28] Mas para todos aqueles que já caíram na espiral das drogas, são necessários oportunos caminhos de cura e de reabilitação, que vão muito além do tratamento médico, porque, em muitos casos, apresenta-se todo um complexo de problemas que requerem a ajuda da psicoterapia, seja do sujeito individual, seja do próprio núcleo familiar, em conjunto, com um adequado sustento espiritual.[29] Convido os pais que tenham um filho toxicômano a jamais se desesperar, a manter o diálogo com ele, a prodigalizar-lhe sua afeição e a favorecer seus contatos com estruturas capazes de assumir o encargo da cura. A atenção calorosa da família é o grande sustentáculo na luta interior, para o sucesso da cura e da desintoxicação.[30] Os bispos, reunidos em Santo Domingo, propõem: "Quanto ao problema da droga, implementar ações de prevenção na sociedade e de atenção e cura dos toxicômanos; denunciar com coragem os males que o vício e o tráfico da droga produzem em nossos povos, e o gravíssimo pecado que significa a produção, a comercialização e o consumo. Chamar especialmente a atenção para a responsabilidade dos poderosos comerciantes e consumidores. Promover a solidariedade e a cooperação internacional no combate a este flagelo"[31]. Seja estimulada também a obra dos que se esforçam por recuperar os que se drogam, dedicando uma atenção pastoral às vítimas da toxicodependência: é fundamental oferecer o justo “sentido da vida” às novas gerações que, se este vier a faltar, terminam freqüentemente caindo na espiral perversa dos entorpecentes. Este trabalho de reabilitação social também pode constituir um verdadeiro e próprio empenho de evangelização.[32] Bibliografia Pastoral da Sobriedade, Nilo Momm, Edições Loyola, 1999. Prevenção ao uso de drogas, Nilo Momm e Vilsom Basso, Centro de Capacitação da Juventude, CNBB, 1998. Escola a Felicidade, Vida sem Drogas, Nilo Momm e Juliana Camargo Momm, Edições Loyola, 2000. Texto-Base da CF 2001, Vida sim, drogas não, CNBB, 2000. Revista Encontros Teológicos - Instituto Teológico de Santa Catarina - ITESC

domingo, 14 de outubro de 2012

Para os jovens !!!

VATICANO - Mensagem do Papa aos jovens: "sejam missionários da alegria, sejam missionários entusiastas da nova evangelização!"
"Exorto todos vocês a serem missionários da alegria. Não se pode ser feliz se os outros não são: a alegria deve ser partilhada. Contem aos outros jovens a alegria de ter encontrado o tesouro precioso que é o próprio Jesus. Não podemos guardar para nós a alegria da fé: para que ela possa permanecer nós, devemos transmiti-la". O Papa sublinha que "a alegria é um elemento central da experiência cristã", e em particular, é uma das características de cada Jornada Mundial da Juventude. "A Igreja tem a vocação de levar ao mundo a alegria, uma alegria autêntica e duradoura, aquela que os anjos anunciaram aos pastores de Belém na noite do nascimento de Jesus", recorda o Santo Padre que em sua mensagem evidencia como "no difícil contexto atual, muitos jovens... precisam imensamente de ouvir que a mensagem cristã é uma mensagem de alegria e esperança"! "Além da gratificação imediata e passageira, o nosso coração busca a profunda alegria, plena e duradoura, que possa dar "sabor" a "existência", escreve o Papa, que ressalta como as alegrias autênticas "encontram sua origem em Deus, mesmo que não pareça à primeira vista". Então, encontra o Senhor, fazer espaço a Jesus Cristo e ao seu Evangelho, "é o caminho para ter a paz e a verdadeira felicidade dentro de nós mesmos, é o caminho para a verdadeira realização de nossa existência como filhos de Deus". "A alegria está intimamente ligada ao amor: são dois frutos inseparáveis do Espírito Santo. O amor produz alegria e a alegria é uma forma de amor", explica o Papa, convidando os jovens a entrar na alegria do amor sendo generosos, engajando-se plenamente na vida, com especial atenção para os mais necessitados, ajudando a tornar a sociedade mais justa e humana. Em seguida, ele os exorta a não terem medo do chamado Cristo para a vida religiosa, monástica, missionária ou sacerdotal: "Estejam certos de que Ele enche de alegria aqueles que, dedicando sua vida nessa perspectiva, respondendo ao seu convite a deixar tudo para ficar com Ele e dedicando-se com coração indiviso ao serviço dos outros". O Santo Padre pede enfim para recorrer frequentemente ao Sacramento da Penitência e da Reconciliação, que é "o Sacramento da alegria reencontrada", e mostra como modelos dois jovens Beatos, Pier Giorgio Frassati (1901-1925) e Chiara Badano (1971-1990), "que mostram como o autêntico cristão fica nunca desesperado e triste, mesmo diante das provas mais duras, e mostram que a alegria cristã não é uma fuga da realidade, mas uma força sobrenatural para enfrentar e viver as dificuldades diárias. "A mensagem termina com um convite aos jovens a serem "testemunhas da alegria", "missionários entusiastas da nova evangelização! Levem ao que sofrem, aos que estão em busca a alegria que Jesus quer doar. Levem-na em suas famílias, em suas escolas e universidades, em seus locais de trabalho e aos grupos de amigos, onde vocês vivem. Vocês verão que a alegria é contagiosa".

sábado, 13 de outubro de 2012

12 de Outubro - Dia de Nossa Senhora Aparecida !

CONSAGRAÇÃO DA JUVENTUDE A NOSSA SENHORA
Senhora Aparecida, Mãe de Cristo e da Igreja! Senhora Aparecida, Mãe de nossa juventude! A Senhora nos deu Jesus Cristo, o amor do Pai feito homem e nosso irmão. A Senhora é a criatura que mais amou e ama a Deus e aos homens. Por isso é o modelo que precisamos. O exemplo que buscamos. Unidos com a Senhora, queremos estar a serviço de Deus e dos irmãos. Aceite nossa inteligência, para que se ilumine com a verdade, que é seu Filho JESUS CRISTO! Aceite nossa vontade para escolhermos o único CAMINHO, o Bem! Aceite nosso coração para que encontremos a VIDA,a felicidade de servir e amar! Sempre animados pelo seu exemplo e proteção, seremos exatos nos deveres! Nobres nas atitudes! Sinceros nas intenções! Com a Senhora seremos um "novo céu, uma nova terra" porque viveremos uma única verdade, um único caminho,uma única vida, seu Filho JESUS CRISTO!Amém!